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Wednesday, January 23rd, 2008
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11:04 am
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eu me pergunto quanto tempo. as vezes acho que não o sinto passar, não acho bom. poderia ser receita de "como viver a vida intensamente"... sem se preocupar com datas, dias, nem idade. dependendo do ângulo, talve. não sei. pra mim não funciona. quanto mais eu me perco no que fantasio, na prisão sem chão, pior é quando alguma coisa real te pressiona. e o tempo que se passa não sentindo, ou não tendo noção do que é, do que é. do que é mesmo, se lá. é estranho. eu sempre me confundo com as palavras, porque sempre epnso nas inumeras interpretações, e tendo ficar imparcial mesmo expressando o que eu sinto. do tipo querer não exatamente. mas no fundo no fundo eu sei EXATAMENTE. e dói quando sinto que a dificuldade existe para todos, claro. só que sie lá. é tão dificil. não dá de saber o que fazer. quero as minhas coisas. quero aquilo que me deixa querendo estar na frente. me sugeriram algo hoje, que sie lá. é como se fosse uma bomba contra os planos. não vai dar. não dá. queria ser uma semente, queria não estar em lugar algum, é o que sou, mas já que as forças também vão embora rapidinho... queria naõ ser vista. é patetico escrever. mas sei lá. não consigo chorar em casa, não hoje. não consigo... é como se fosse uma coisa proibida sabe, como se isso fosse me envergonhar para sempre, como se fosse contra a lei. queria ter 5 anos, ou então sie lá, eu queria estar querendo outras coisas, ou estar acreditando em outras, ou estar vendo alguma solução para outras. parece assim, tudo tão besta e... sei lá, senitmental. acontece com todo mundo, eu acho. não vou deixar de escrever novamente pelas interpretações. nem deve ter nenhuma, enfim. tenho meus motivos. ou não. seja qual for. queria falar com minha mãe, mais do que já consigo, mas sinto vergonha. eu queria alguém para me abraçar. sabe.
e talvez o tempo... não seja questionável. talvez eu precise dele, só. para falar, para parar, para andar. porque nunca se chega antes de acordar. eu, pelo menos, escovo os dentes, tiro o pijama, tomo banho, coloco roupa... para depois andar e depois chegar. e bem, talvez, durante a escovação de dentes eu tenha lido todo o rótulo, decorado o numero do 0800, simplesmente para nada. ou talvez isso tenha me amntido informada. mas eu simplesmente não consigo conciliar mais de uma coisa: o que sinto, o que penso e o que quero. e quando vejho que agora as coisas estão BEM piores, porque o que quero já naõ está tão fácil, o que penso faz o que eu sinto ficar misturado com o que eu quero. e assim vai. talvez agora eu esteja dormindo no piso do banheiro, ou lavando o rosto milhões de vezes, eu talvez eu tenha esquecido de qual é o proximo passo. ou eu não esteja conseguindo fazê-lo. talvez eu esteja com medo de ir sozinha, ou com medo de não conseguir atravessar a rua, não conseguir caminhar no sol. não sei se era melhor meu 0800, ou é melhor a apatia do lavar o rosto. só que hoje, HOJE mesmo... é como se eu não pudesse conviver com ninguém, como se não batesse, não combinasse, pelo risco de eu contagiar as pessoas com o que eu sinto. é como se fosse sujeira, como se fosse uma sujeira na alma, na vida. eu só queria ter coragem de ir. e de falar. e de ir lá... mas antes disso...
sei lá.
amanda chega amanhã. ela vem com boas vibrações. ela tem braços tbm...
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| Wednesday, December 19th, 2007
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3:18 pm
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Qual o limite? eu leio o que já escrevi, o que já expressei, é tudo tão vago, é tudo tão mal definido, apesar de eu entender perfeitamente, parece pouco. hoje sinto como se eu estivesse no limite entre um força e outra, como se o que me empurra para o movimento estivesse igual a força que me mantém parada, com os mesmos sentimentos, com a mesma ausência de mim, a mesma contradição. tudo que falo se resume a várias palavras de fuga, ou pelo menos, disperso a atenção. eu queria entender qual o limiar entre o que eu vivo e o que eu sinto, porque eu confundo. e no fim, não sie de nada. tudo o que imagino, imaginamos, é tão real, é tudo tão explosivo. é como se fosse vivo mesmo. e a vida permanece enrustida na fantiasia, eu não sei quando isso pára. sabe quando você idealiza um momento, sonha com ele dia e noite, não precisa ser um grande aocntecimento, pode ser... qualquer coisa, uma visita, uma noite, enfim. você idealiza. dai tudo o que você, no caso eu, poderia fazer não faz. é como se o mundo conspirasse para que a voz não saisse, para que as piadas se apagassem, para que as opiniões se envergonhassem. e me calo. é tão estranho, era tudo o que se queria, tudo por aquele momento, não sei porque essa estática repentina. é contraditório. isso é comum, não há novidade nenhuma... estou hoje, como quem sonhou e acordou, ou como quem viveu e esqueceu. porque tudo o que podia acontecer, já aconteceu. e tudo o que eu podia fazer eu não fiz. é estranho, é cofuso. sinto como se eu tivesse jogado as coisas pela janela, não com raiva nem com tristeza, mas com calma. como se nem a gravidade existisse, somente os objetos pairando no ar... e eu também, dentor da janela do meu apartamento. sem nada que me prenda ao chão, alimentando ainda mais a minha visita continua as nuvens. não tenho vergonha de como sou, tenho vergonha de quando não sou. tenho vergonha de quando não quero, de quando não sinto, de quando sinto demais, de quando não racionalizo e de quando racionalizo demais. deveria existir um remedinho para certas dores do coração, ajudaria muita gente. eu chegaria numa farmácia e as prateleiras seriam coloridas, violeta, laranja, vermelho, todas as matizes, os tons possíveis. cada tom, servia para uma dor. minhas prespectivas andavam beges, neutras, e quem é que gosta de neutralidade em uma pessoa? é como se o futuro estivesse num plano paraleleo e eu vivesse ele paralelamente com a apatia. com essa coisa toda. só que ao mesmo tempo, eu era alegre. eu era saltitante, eu era transformada. minha vida estava bege com listras finas e suaves de um laranja forte. só que essa eterna variação, laranja - bege- laranja - bege... provoca estrias na alma. IAUHEUIHAU é. cansava. quando eu passava pelo limite do bege para o laranja, era ocmo se acontecesse uma explosão, vibrante, alegre, era tudo tão bonito. só que bastava um olhar, qualquer coisa. voltava as largas linhas beges. sabe. ESTABILIDADE. e ao mesmo tempo MUDANÇA. flexibilidade é uma coisa que tneho, só que sei lá. não sei. então... mas voltanto, eu chegaria até a tal farmácia, me perderia no meio daqueles remédinhos todos, coloridos, cheio de luzes, eu levaria um pouco de azul para acalmar os sentimentos, levaria um vermelho para me permitir sentir raiva e para me permitir amar, levaria o rosa para gostar de mim, levaria o amarelo para curar a minha ausencia. eu não sei epxlicar o que eu sinto, de verdade, sinto muito. mas ao mesmo tempo tempo é ocmo se eu não existisse, é como se eu pouco me importasse. não é uma daquelas cartas escritas todas as dores de alguém não é dor. é. também. mas é uma coisa, COMIGO. é uma coisa de PERMISSÃO. é algo que mexe com VONTADES. também se trata de PAIXÃO. eu não sei. eu estou feliz, eu fico feliz, eu vejo pessoas, eu presencio as fases, eu vi hoje a coisa mais bonitinha que eu poderia, eu sinta saudades, eu saio, as vezes, eu gosto dos meus amigos, mas é como se nesse momentos eu estivesse andando examente entre o limite do bege com o amarelo... e é como se eu n~]ao sentisse se estou alegre ou se estou triste. é como se eu estivesse apenas precisando.
current mood: calm
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| Sunday, August 12th, 2007
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8:54 pm
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a cada verso que leio, lembro-me dos momentos, das pequenas coisa, talvez indefesas, mas de tanta verdade para mim, de tanto efeito. nessas horas, como agora, meu peito se enche de ar, sinto todos os meus orgãos, as minhas células, cabelos, dedos, esmagados pelo tamanho desse sentimento que aperta. e os pés... ah meus pés! se encolhem com a mesma força que são comprimidos imaginariamente por ti. alegria nos olhos. tneho vontade de te puxar pra mim, esmagar contra o meu peito sempre e sempre, para acalmar essa minha vontade que infla a cada inspiração. dai eu páro, sinto-me ridicula, porque de certa menira não há como saber o que vivi. se tudo o que fiz foi renegar o que parecia estar evidente, embora duvidoso. será que eu realmente vivi tudo o que penso quando me lembro de ti? todas os desejos discretos estariam mesmo presentes? ou foi meu coração infantil que fantasiou? será que eu tive a oportunidade de escolher... e por algum motivo que não sei - ou não esteja preparada para admitir - decidi não escolher? decidi viver na dúvida? vivendo isso sozinha, trancada com meus sons e letras, minhas expresões tão grandiosas, tão sinceras, tão apaixonadas. tu sabias? ou não tinhas dimensão do efeito de pequenas atitudes? será que me confundiste de proposito? ou será que minah propria confunsão te inventou? por que de fato, admito, amo. mas tneho duvidas. naõ do tamanho, dimensão ou efeitos. duvido das causas. será que existe. será. agora, eu abro a boca lentamente e puxo o ar com força, repsirando pela boca.. tentando novamente espremer minhas celulas, espremer tudo contra meu coração, que sente uma necessidade imensa de compressão. de força, de barulho. hoje, tudo isso hoje, andamos muito e a cada palavra e passo eu lembrava de ti, muito mais, minha adorada Ophélia. mais tomavas conta de mim, com todas as tuas artimanhas, e eu venerando-te. tu que não entendo, mas possuo. tu que me matas, mas dá a vida. sentimento de perda, não te perco, mas não quero que obtenhas insucesso, querida. mas que ridiculo, isso, de falar contigo, sabe. é ridiculo... queria ter controle absoluto. e quando mais eu preciso não te sentir... chegas sorridente e feliz me convidadando para um passeio por todas as recordações dos meus fatos imaginários, ou não tanto... realmente, eu preferi a dúvida, para ter sempre o sorriso impresso nas minhas largas bochechas e sempre o sentimento de que poderia ter sido, sempre a esperança do que supostamente vivi não realizando. acredito no que senti, mas quanto a viver? vivi? só tu pdoerias me responder. mas agora... como fazeR? mudaram as orbitas e as situações, mudou. culpa minha, talvez. penso que em vários momentos colocaste em prova meu sentimento, e o que fiz eu? escondi, senti vergonha da essencia dele, por mais sublime que seja. perseguirá pra sempre, a dúvida do NOSSO.
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| Tuesday, July 10th, 2007
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3:00 am
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Oi. Sou eu. Sabe o que eu acho?! Eu acho que preciso achar encontrar o leão de dentro de mim, é isso que eu acho. Penso se é por excesso de sentimento, ou por ausência dele. As vezes, imagino que é cansaso. Cansaso. Dai eu penso... que tanto gente, tantas coisas acontecendo (eu não deixo a generalização), tantas novidades, coisas novas... e por que parar, logo agora? ã? Precisava das palavras certas, para te dizer, a ti, a quem eu dediquei tanto, precisa dizer. Precisava olhar a minha face no espelho e também dizer muita coisa. Ou pelo menos, saber. Saber o que há por trás de tanta falta de expressão. Lmebro de muita coisa agora. EStou feliz. EStou ouvindo uma música levemente animada, balançando a cabecinha. Ouiéeeeeeee
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| Monday, January 1st, 2007
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5:00 pm
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Empolgação, cazuza, amarelo, pé, beijo, primeiro dia, prova, guido, medicina, scrap, choro, bochechex, choque, medo, conversas, desenho, ricota, louca, AMOR, moto, forms, chinelo, nordeste,tartaruga, destino, azul, map, música, don't lie, briga, amor amor amor, coração, cores, pizza, chopp, beijo, cabelo, distancia, gato, cobertor, travesseiro, sono, msn, foto, churrasco, vermelho, beleza, cebola, beijo, abraço, querer, adoro, imaginar, beijo, abraço, dança, AMOR.
Amor. meu ano.
naõ quero esquceer os meus desperdícios, minhas viagens ao meu mundo, minha insistencia na permanecnia na nuvens, no azul. queor apenas não lembrar com tanta frequencia, das coisas que fazem parte dos meus motivos, quero ser mais eu, menos meus sentimentos. não em entregar a tudo, nem colocar o sentido por inteiro em algo, talvez, iluditório. eu amo. amo. mas preciso, ter noção da realidades, essas coisinhas básicas. quero viver. amar direito. quero... amor. de novo.
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| Wednesday, November 1st, 2006
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12:30 am
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que sensação essa de perder algo que nunca lhe pertenceu. de perceber que a vida e todo o sentido dela estão embutidos em algo/alguém que nem ao menso sabe tua cor preferida?! não é exigir demias, é compreender porque o ser humano, ou pelo menos a maioria, faz do amor a fonte de suas energias e ao mesmo tempo o gasto delas. deve ser por isso que se adaptam tão bem ao sofrimento, talvez... ao sentir, o simples conjugar SENTIR faz com que relamente percebam que possuem vida, e que ela faz algum sentido. para que motivo amis bonito que a vida de outra pessoa? saber que isso te faz mal, que a não está nem ai para a temporal lá fora, ou para o estado de tua alma... e no entando dedicar incansavelmente a vida nisso. nesse plano de carinho imenso e irrealizavel, nessa ausência de afeto. nessa busca de amor. é urgente o amor, para todos os tipos de pessoas. acho que tudo gira em torno disso, talvez alguns equivocados e pouco altruístas... mas como medir, e tentar mudar o fundamento da minha vida? como aturar a distância auto-estabelecida, incialmente como proteção, mas que corrói a alma como se tudo virasse... nada. o vazio devorando-se. por que? minha vida vive a admirar outras vidas? por que as coisas mais simples fazem tanta falta para um ser incompleto. sinto tanta falta de mim agora. a alegria que me dá, a felicidade, aquela euforia infantil de ganhar um presente. eu queria não precisar encarar o significado das coisass, queria paenas viver sempre no meu sonho de carinho. é tão mais bonito. não preciso de mais nada, só da presença. é tão difícil?
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| Tuesday, October 17th, 2006
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3:59 am
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eu estou sem sentimentos. simplesmente porque não sei o que sentir, e não sei porque o que até agora era a minha vida mostrou-se a mais pura ilusão. cai da mais alta nuvem para a realidade idiota! odeio a maneira como me torno vulnerável à incoerencia dos outros... sinto como se um vazio incrivel existisse e eu a todo custo buscasse preenche-lo com sentimentos, que incialmente são bem bonitos. mas eu ODEIO o fato de ser "usado" como combustivel. EU ODEIO.
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| Saturday, September 23rd, 2006
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5:52 pm
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Oi, boa tarde. Gostaria de estar agora conversando com Ophélia... mas não estou. É melhor assim. Talvez tudo isso seja definitivo na minha vida, não quero dizer que seja para sempre... mas vai causar mudanças. Mudanças positivas! Sinto-me a cada dia mais mergulhada dentro dessas coisas todas, estou em um baú. Não, não estou dizendo que sou velha e fui guardada, nem que vivo isolada. Mas o meu intimo vive, vive lá tão dentro e tão fundo cheio de coisas pesadas e recentes em cima... que de sua natureza pouco sei. Mas pelo menos talvez eu tenha tomado consciencia disso, e agora posso lentamente ir retirando os pequenos retalhos e objetos que nele estão depositados. Sabe, sentimento não são controláveis mesmo, para mim não são, mas posso fazer algo. Posso escolher senti-los de maneira passiva, ou fazer algo para mudar isso. É difícil, lógico; mas me proponho a tentar. A acomodação também é parte disso. O sono profundo que esotu vivendo, hibernando todos os dias, como posso vive-los assim? Acomodar-se com a passividade, a desconfiança, o medo e blá blá, é tudo muito vicioso, chato! Também não quero mais continuar sendo a coadjuvante engraçadinha com frases e trejeitos. Quero ser a protagonista do meu filme, um mix. Um pouco de drama, bastante comédia, romance e aventura, ação! hauhauh Vou começar a dirigi-lo logo... pode ser tarde, mas quem pode mandar no tempo de cada um?! De uma coisa eu sei... ele será lançado um dia. Pré-estreia, com certeza, convidarei-te. aham! na primeira fileira quero que estejas... ou não. Mesmo que não vá, estarás comigo, porque sei que tanto tu como a ophélia são partes de mim. Partes que talvez por pouco conhecidas tenham causado algum mal à minha alma tão inicialmente vazia. Quero começar a encher tudo isso. Ainda sou uma mala vazia, uma locadora sem filmes... e blá bblá. N metáforas. O que importa é que vou começar a produzir o filme, encher as prateleiras, fazer minha mala e partir. ouié! :)
current mood: busy
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| Sunday, September 17th, 2006
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1:53 am
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| Saturday, September 2nd, 2006
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6:06 pm
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boa tarde!
hoje vou estudar física com toda a força do meu ser, ueba! iaeuheuauiaehiaeh ai céus. física com fundo musical, física com comida, física no banho! expert em física. uhul UIAHEUIUIAHUIEHUIAH epolgação.com.br
ai, vou lá. boa tarde novamente, tneha um bom diaaaa! eeeeeeeeeeeee
(como sou cinica, hahahaah)
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| Monday, August 28th, 2006
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11:41 pm
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minhas borboletas coloridas às vezes encobrem meus olhos. fico a pesnar se algum dia tive noção de realidade, se tive ela está desempregada, de feérias ou de licença maternidade, impossível! eu quero anto alcançá-las mal sabes o quanto, amo tanto. quero tanto. mas não sei por que, não sei, fico estagnada no pensar, no viajar, na garupa da bicileta. construi em minha mente o jardim mais bonito para as borboletas, os pássaros, os sonhos. mas prefiro viver imaginando a tentar construi-lo, por quê? já esotu até cansada de falar sobre isso, sei tanto que devo mudar mas só não sei como. e é tão simples, eu sei. pouco me importa as coisas já, neste domingo tive provas do quanto esou indiferente a tudo. só há uma coisa que me abala de maneira tempestuosa o bastante, coisa esta, sem sentido. conitnuo nessa idéia, e ali ifco, parada a observar a spessoas, a vida, o movimento. estática, observando. minhas borboletas não me libertarão tão cedo, não a tmepo suficiente, falo isso desde o começo... e aocnteceu. não deu tmepo! a cada dia afundo mais com a sminhas amiguinhas, feliz porém iludida. e agora? o que mais me irrita é ficar assim, querendo a qualquer custo arrancar alguam forma de sentido do outro. sou parasita obrigatório de sorrisos/abraços. sem qualquer sinal fico eprdida, sem vida. não epnas assim, também não sou tão mediocre. mas chega uma certa hora emq ue confundo tudo e minha vida toma uma única direção, fecha os olhos para a amplitude... foco apenas a coisa que deveria ser mais dispensável para mim. valorizo coisas não-valorizaveis esqueço de tudo, principlamente de mim e de minha felicidade. esotu feliz, maravilho-me com a vida e maneira com que se vive. mas esqueço de mim, amo tanto alguns momentos, pequenas ações, detalhes passados despercebidos por tantos... e olho somente para Aquilo, só isso me faz viver. sem sentindo, ams é isso. e como saber que tua vida vida gira em torno de algo irreal? quando descobres isso o que fazes? foges? como descobrir qual tua vida real? aaaah, quem dera poder ter a segurança que procuro no sorriso alhieo, no afeto ou qaulquer coisa do genero. quem dera ser comeptente o sufuciente para conviver com as almas bonitas que encontro. ah, quem dera. ai de mim! pretenderia hoje provocar, com o maior egoismo que há em mim, um sentimento ruim em alguém. não necessariamente ruim, talvez nem sentisse, aliás não sentiria nada. eu que deixaria de sentir, seria tão bom. ai de mim!
current mood: numb
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| Sunday, August 27th, 2006
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8:47 pm
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| Sunday, August 20th, 2006
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12:57 am
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percebo que cada vez mais preciso parar com isso. por que me domina desse jeito? aonde foram parar minha noções de realidade? como pode algo me deixar tão feliz e ao mesmo tempo ser a fonte de inha desgraça? não há razões, está tudo perfeitamente certo! por que minha mente deu um jeito de distorcer tudo d apior maneira possivel e me manter nessa bolha imensa colorida e feliz? proteção? egoismo? não sei. sei que com o passar dos dias torno-me mais infantil e impulsiva. faço coisas que fogem os limites do bom senso. não, não fiz nada de errado. mas fujo constantemente das coisas que procuro. contradição. fico louca. penso nas mesmas coisas o dia todo, preocupo-me com pequenos detalhes que já ouvi quinhentas vezes das mais diversas bocas... "não devem importar tanto a ti!" "não faz parte da tua vida" e eu respondo/penso: mas isso É a minha vida. o que fazer então... quando perdes totalemnte a noção do que é a tua vida e o que fizeste dela, se a transformasse em qualquer coisa menos nela mesma. se a tranferisse para outro plano irreal e perfeito e que queres por mais autodestrutivo que seja... permanecer lá. às vezes fico a pensar, se não faço eu parte daquela teoria de figurantes. simplesmente figurante para a vida dos protagonistas. posso eu se rprotagonista do meu conto de fadas? quando é que a fada madrinha vai aparecer e me ajudar a me arrumar para o tão temido baile da vida? ein? por que eu procuro tanto isso... sendo que não vivo nas histórias, aliás vivo. mas não devo viver. eu mesma, sem ajuda de nenhum ser mágico, tenho que conseguir descobrir tudo isso. mas minha cabeça está atormentada demais. e já não suporto a idéia de tentar sair daqui, mas ao mesmo tempo não esotu feliz aqui. os momentos, rápidos porém tão simples que chegam a ser duradouros, fazem minha alma se alegrar, e uma euforia cresce em mim como se eu fosse significativa para alguém. sei perfeitamente que é pura falta de noção de tudo mesmo, falar disso... acreditar que isso seja algo atormentador, monstruoso, sei quehá tantos mais aflitos, mais penosos. mas este é meu fantasma. por mais que seja pequeno perante tudo, perante nada. é gigante em relação a mim... tanto que está prestes a me atacar.
current mood: melancholy
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| Wednesday, August 16th, 2006
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1:16 am
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não acredito, eu que mandei embora. eu não acredito, o cúmulo. =~ vamos todos gritar? vamos? vamos? eu não acredito! eu fiz, escrevi... e agora? como vai ficar o resto? GRRRRR às vezes... eu não sei. :S não acredito! não acredito! tansa, telha brasilite. =~~~~~~~~~~~~~~~~~ não vai dar de dar aquele huguizinho no fim-de-ano, e agora? o que eu faço? GRRRRRRRRRRRRRRRR que coisa infancia! =~ tá, vou tentar conviver com isso agora.
A distance there is...
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| Saturday, August 12th, 2006
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12:22 am
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Nova carta à minha sempre amiga...
Ophélia,
Já tentei me despedir de ti uma vez, mas não deu muito certo. Não vou tentar novamente, vou aprender contigo e te educar. Aprender o porquê de estares aqui e te educar para parares de me machucar. Machuca muito e não sabes, pois és minha amiga uma das mais antigas, a única que nasceu comigo e que agora tem que crescer comigo também. Não podemos ficar presas entendes? É suicídio! Mas enfim, durante esse tempo em que não parei para refletir acabei refletindo (contradições... afê! hahaah). Minha vida continua um domingo no qual a tv pifa e nem Faustão consigo assitir, nem a dança dos famosos... cruzes?! Mesmo assim, eu existo não é? Devo te contar que durante uns 4 dias eu estava seriamente determinada a te esquecer, a te eliminar da minha vida. Eu sei, falo isso porque não tenho medo de que me abandones por orgulho ou coisa do gênero, estás comigo sempre, eu querendo ou não. Não sei se tens vida, mas deves ter pois me tornas viva. Fazes com que eu tenha momentos tão felizes por pouquíssimas coisas e eu me iludo ao pensar que vivo nisso, sendo que vivo Disso! Então, nesses dias eu achava que te eliminava mas eu custei a descobrir o mito da luz própria entendes? Giro eu ao redor do Sol, graças a ti. O motivo. O combustivel. A orbita. O sentimento. E eu estava te eliminando (acreditando estar) por puros 4 dias. Só que eu não sei em que momento tudo voltou, e foi lentamente e eu percebia, percebo ainda que está voltando, infelizmente. A cada palavra e a cada pensamento havia uma parte de mim que dizia "não, não é mais assim" e a outra, bem... a outra eras tu. de novo, como sempre. No começo desta semana tive provas disso, ataques e ataques por achismos que tu me enfiavas na cabeça, sentimentos que eu tinha esquecido. E pioraste ainda mais, porque ao ter 'contato' percebo o pânico e estranheza que tu querida Ophélia provocas. E hoje encontro de novo a aflição anterior, o medo, a angustia inutil... interferindo nas atividades cotidianas e blá blá. eu sinceramente queria te eliminar. Matar aos pouquinhos cada pedacinho de ti, sentimento. Mas Ophélia me faz sentir viva. Assume o controle. Sabe eu quero que alguém segure a minha mão. Eu quero muito. Acho que tu queres né? Tu que me fazes querer? Eu não sei mais. E cada vez mais o puro se tornna ridículo, poque realment o é! Ri-dí-cu-lo, feio! é desprezivel, ninguém gosta! Aprenda. por isso te peço que pares com isso, te peço que te modifiques, que cresça, mude por favor. Mude de forma, mude de cor, de escolha, de tipo, de tudo! Cansei! Já lhe disse que machuca muito, és depressivel. Se queres o meu bem, por favor, mude. Transforme isto em algo normal, ou pelo menos padrão. Aos poucos vá amadurecendo e envelehncendo. tenha experiencias com outros não comigo. E não desse jeito que continuas a tentar e que dói. Por favor, é um pedido. Percebi minha fraqueza, eu adoro te ter por perto entendes? És proteção, uma bolha mágica segura, gostaria de te ter sempre mas és ilusão, ficcão! Tu crias tudo, toda essa cor? ã? é obra tua, rainha da fantasia. e por favor, eu quero ter outra coisa além disso. Mas para que eu não perca minha essencia peço a ti que apenas te eduques, me ensine a te modificar para que possamos juntas eu e minha órbita com o mundo, no caso tu, Ophélia, sentimento, ligação, constrir algo.~gr. bem é isso. Obrigada por estar comigo agora, apesar de estares com as mãos no meu pescoço prestes a me sufocar... mesmo assim: obrigada! gosto de ter por perto algo.
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| Thursday, July 20th, 2006
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1:39 am
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A cada dia indetifico-me mais com o jovem Werther. em tudo.
confusa estou, descobri o que me atrapalha e vai continuar atrapalhando sempre. dói-me ter que agir. não sei porque nunca consegui abrir isso realmente. não sei. sei que não quero nada. não sinto nada, mas o nada dói. e olhar para o nada que continuo ampliando machuca. bem, vou fazer alguma coisa amanhã de manhã, preciso! quero mudar essas coisas. e vou mudar. bem, talvez essa visão atual nem seja minha, e sim de uma amiga que 'abriu' meu pacote, e mostrou que não é assim. e que não é normal como considero... hoje esotyu me sentindo chatíssima, vergonha. eita.
"Parece que um véu se rasgou diante de minha alma e o teatro da vida infinita mudou-se, para mim, num tumulo eternamente escancarado. Podes tu afirmar: "Isto existe. , quando tudo passa, rola e desaparece como um clarão; quando raramente a existencia de um ser se prolonga até o esgotamento total das suas forças; quando, ai de mim, absorvido pela corrente, esse mesmo ser vai quebrar-se contra os rochedos? Não há um momento que não devore a ti e aos teus; não há um só instante em que tu não destruas, não sejas forçado a destruir. 0 teu passeio mais inocente custa a vida a centenas de pobres vermezinhos. Com uma passada, tu deitas abaixo os edifícios penosamente erigidos pelas formigas, e fechas de modo ignominioso a tumba sobre todo um pequeno universo. . . Ah! as grandes e raras calamidades deste mundo, as inundações que arrasam as nossas aldeias, os tremores de terra que engolem as nossas cidades, nada disso me comove; o que me dilacera o coração é esta força destruidora oculta em toda a natureza, esta força que nada cria senão para destruir-se e destruir o que a cerca ao mesmo tempo. Assim prossigo eu, vacilante e o coração opresso, entre o céu e a terra com as suas forças sempre ativas, e nada mais vejo senão um monstro que devora eternamente todas as coisas, fazendo-as depois reaparecer, para de novo devorá-las."
é. vou ter que falar.
current mood: pensive
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| Thursday, July 13th, 2006
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4:30 pm
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que coisa, não? a pessoa mais não cumpridora de promessas para si mesma... achoq ue sou eu. hahaah PARE AGORA MENINA!
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| Sunday, July 9th, 2006
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4:54 pm
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Agora sabes que sou verme Agora, sei da tua luz Se não notei minha epiderme... E, nunca estrela eu te supus Mas, se cantar pudesse um verme Eu cantaria a tua luz! E eras assim... Por que não deste Um raio, brando, ao teu viver? Não te lembrava. Azul-celeste O céu, talvez, não pode ser... Mas, ora! enfim, por que não deste Somente um raio ao teu viver? Olho e não vejo a tua luz! Vamos que sou, talvez, um verme... Estrela nunca eu te supus! Olho, examino-me a epiderme... Ceguei! ceguei da tua luz?
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| Saturday, July 8th, 2006
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2:01 am
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O dia seria péssimo, esquecivel-por-favor se não fosse o rodizio, foi divertido. Mas o resto do dia foi o cúmulo, nem sei como guentei. Bando de sei lás. Sério, hoje eu estava com vontade de chutar e grita. AAAAAH! ui, sono. São duas da madruga eis-me aqui, ouvindo música, sem o msn funcionar e com o rosto molhadinho. Deprimente. Preciso de uma festa urgente. Aliás, temos que eliminar isso do nosso ser beibe. Essas coisas do dia de hoje, chega! OK. lálálálálálálálálálálálálálá!
Bye.
Eu perco o chão, eu não acho as palavras Eu ando tão triste, eu ando pela sala Eu perco a hora, eu chego no fim Eu deixo a porta aberta Eu não moro mais em mim Eu perco a chave de casa Eu perco o freio Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio Onde será que você está agora?
current mood: irate
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| Thursday, July 6th, 2006
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7:24 pm
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Querida Ophélia.
As vezes fico confusa, não sei. Tudo o que me falas apenas ajuda na confusão, eu fico mais tranquila... tenho que admitir, mas ainda tenho conciência. Se pudesse tirar toda a consciência que há em mim, eu ficaria agradecida. Sério. É até engraçado, eu sei tudo... o que quero, o que devo fazer, o que posso conseguir, tudo. Tenho tudo não? Mas por que então? Por que eu não faço nada, tudo que está tão logicamente arquitetado? Por quê? Responda-me!´É isso o que faz comigo olha. Fico bem, mas aguniada. Supimpinha, mas aflita. É pior que estar completamente abaixo de zero, ou totalmente acima no nível. Eu fico morna. E não faço nada para atingir a temperatura ideal, por quê? Tu me faz acreditar que não há nada mais que isso de agora, me fazes perder qualquer interesse por meus reais interesses. Perdi todo o eu que havia aqui. Confundo o que eu acho com o que é. Ai, sabe, quero que tu vá embora. Gosto de ti, és uam amiga bem legaaaal. aeuihuaei Mas sabe, às vezes a gente precisa eliminar coisas, mesmo que boas, que nso fazem mal. E sei que tu, queres que eu viva. Mas temo que quando eu perceber que não vivo... eu queira viver e não dê tempo. Compreende? É bem bom chegar em casa e ficar aqui, viajando contigo. Contamos histórias divertidas e queremos apenas rir até ficar com dor de barriga. A gente coloca o som bem alto e fica dançando, bizarramente por sinal, bem felizes. Quando eu olho para os outros (aqueles todos) eu nem sinto mais aquela vontade que eu tinha. Aquele sentimento ruim, e que me impulsionava a querer sempre mais. Eu não sinto mais nada. Por quê? Isso é bom, não é? Mas não é real. Acredite! Não é! Eu quero muito voltar, quero mesmo. Quero ter aquele fogo total, quero comer churrasco no final do ano e quero abraçar com froça todo mundo,e nunca mais largar. Mas como, responda, como irei fazer isso assim? Não dá. Aliás, eu deveria ter me despedido de ti a mais tempo... Temo que agora não dê mais tempo relamente. Era para isso ser uma cartinha de despedida, mas eu não consigo realmente. Nasceste comigo, não? Mas só agora... É. Perdi as forças. Estou bem. Acho que viverás em mim, até cairmos. E quando eu cair... quando? Logo. Mas e aí? O que farei? Como sentirei? Como saber? Só saberei quando sentir, agora tneho medo... não quero que esse dia chegue. E é por isso que agora está tudo bem, porque apesar de estar lucidamente acordada eu não consigo adaptar. Não consigo. Resta-me culpar alguém. Eu te escolho. Obrigada por aliviar este peso em mim. Enquanto viveres aqui, por favor, não me deixe ser idiota. Tu és o meu eu mais não sei, tu vê, nem sei como tu és. Que coisa estúpida. Mas vou te contar... como foi meu dia hoje. Foi normal, minha manhã foi bem sonhante, literalemnte. Só eu, meu travesseirinho e meu edredon do piu-piu, coisa boa. A tarde fui para aula, normal também. Comi uma barra de cereal, e agora esotu comendo salgadinhos festivos. Talvez eu faça algum exercício, talvez não. Essa substancia que age em mim me deixa na teoria do tanto faz. E é isso que está me irritando. Viu? Adioses, amiga.. Obrigada e desculpa por não ser totalmente tu, nem ser totalemnte eu. Abraço.
current mood: indifferent
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